Nas entranhas, e nas pregas, dilaceradas ou não.
Nos pingos de orvalho, nos raios de sol e na terra que cheira a fertilidade.
Nos sons dos automoveis que as vezes se confundem com sons dos trovoes.
Pela vida e pelo dia
Pela morte e pela noite
Trafegam dedos sem sentido
Num vai e vem infinito
Numa vontade incessavel e incontrolavel
Pedindo cossame, num eco infinito que ecoa...
Eu
Sou
Seu
CÚ.




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