Ando no solado dos meus sapatos, observando as diretrizes infelizes absorvida pelo sol radiante da meia noite...Vejo aquele pequenino animal, de tanto correr ele anda dando coiçe no açoite na foice da penela onde se encontra o mais sagrado tempero da vovó...
Quando mais nada é o que parece ser, eis que me aparece um ser incalculavel notável retardado e infeliz vértice de um prisma radiante no quarteto do arco-iris da bola esqueda do olho direito do rosto do meio.... me chamando para ser o padrinho de um fim no começo do casamento da sua sogra, velhota fedida a cebo de porco na mesa de jantar do cachorro latindo pra nada insistentemente gastando seus nutrientes do almoço do dia de ontem e hoje da semana passada, que nada se parece ser como realmente é porque o ser nada mais é o que tem que ser pelo ser de um ser.
E como dizia Zé pixucurutiba, a mais bela poesia de todas... O amor é o amor, porque o amor é o amor!




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